A série documental abriu o caminho. Agora, três frentes complementares — Coxa Studio, Coxa Business e captação ativa de patrocínios — operam como sistema único sob curadoria IHC, estruturando o ciclo 2027–2030 com receita recorrente e narrativa internacional.
O Coritiba está disputando a Série A no momento de maior visibilidade da última década. O que se constrói nos próximos oito meses define o ciclo 2027–2030.
O futebol brasileiro mudou. Patrocinador não compra mais placa. Compra ativação, conteúdo, relacionamento e relevância cultural. Os clubes que entenderam isso primeiro estão construindo estruturas próprias de mídia, redes próprias de relacionamento empresarial e narrativas próprias com alcance internacional.
A série documental já é prova viva disso: R$ 600K captados, dois patrocinadores ativos, carta de distribuição da Encripta para Amazon Prime, modelo 50/50 desenhado e validado. O que se propõe agora é expandir o que já funcionou.
Quatro frentes operando como sistema: a série, a estrutura de mídia, a rede empresarial, a captação ativa. Tudo sob curadoria IHC, com clube e produtora sócios da receita, não em modelo fornecedor-cliente.
PrincípioSócio do upside e do trabalho. Coritiba aporta estrutura e acesso; IHC aporta inteligência criativa, gestão e relacionamento. Receita dividida.
Modelo precedente50/50 pós break-even — o mesmo modelo já estabelecido na série expande para os três outros pilares.
AlcanceCuritiba, Brasil, mercado internacional. Parceiros e canais que o clube hoje não acessa.
Seis meses de trabalho consolidados em números reais e três portas de entrada para o detalhamento de cada frente.
Série documental com 14 episódios mapeados, R$ 600K captados, modelo 50/50 validado e distribuição internacional confirmada via Encripta.
Estrutura de mídia interna no modelo Tottenham Clubhouse e Manchester City Studios. Branded content, podcast, TV Coxa, matchday cinematográfico.
Rede empresarial paga e curada pelo clube. Mensalidades, eventos, conexões executivas, contrapartida diferenciada de patrocínio.
Janeiro de 2026 trouxe um reset no mercado brasileiro de patrocínio. Bets recuaram. Setores tradicionais voltaram a olhar futebol. Clubes precisam de produtos novos para vender.
da Série A iniciaram 2026 sem patrocinador master. Coritiba, Athletico, Grêmio, Internacional, Vasco e Bahia — todos sem definição até abril.
Fonte · Poder360, jan/2026
Retração das casas de aposta como master da Série A em 2026 vs. 2025. Espaço aberto para outros setores reposicionarem investimento.
Fonte · Poder360, jan/2026
do volume total de patrocínio da Série A está concentrado em três setores: financeiro, apostas e saúde. Diversificação setorial é vantagem competitiva.
Fonte · IBOPE Repucom, 2024
"Os clubes precisam repensar suas estratégias e buscar marcas que, mesmo pagando menos, possam gerar mais valor em ativações e relacionamento com torcedores."
César Somoggi · Consultor de marketing esportivo · Poder360, 2026A primeira frente IHC × Coritiba. Em desenvolvimento ativo desde 2025. Dois patrocinadores fechados, carta de distribuição internacional, modelo 50/50 validado, plano de retorno completo. Os outros três pilares partem do que esta série provou.
Pela primeira vez, um clube brasileiro abre as portas com acesso real para registrar, em tempo real, como uma SAF transforma um gigante centenário de dentro pra fora. Modelo financeiro auto-sustentável: o clube capta, produz e divide receita com a IHC apenas após break-even total.
O projeto está consolidado como sistema completo. Acima do break-even de R$ 3,5M, a série gera receita perene de seis fontes paralelas — cinema, plataforma digital, licenciamento internacional, branded content, ecossistema de projetos derivados e fomento público (Lei do Esporte + Lei do Audiovisual). Retorno projetado realista: R$ 9,9M em 36 meses para o clube.
Análise estratégica de investimento e retorno. Estrutura de cotas, fontes de receita, fomento público, ecossistema de conteúdo, projeção de retorno em 3 anos.
Abrir documento ↗Pitch comercial completo. Sinopse, episódios, cotas Master/Premium/Apoio/Especial, contrapartidas detalhadas, distribuição via Encripta para Amazon Prime e Apple TV.
Abrir documento ↗Tottenham, Manchester City, Chelsea e Barcelona já operam estúdios próprios há mais de três anos. Coxa Studio adapta esse modelo à realidade do clube — operado pela IHC, no mesmo princípio 50/50 da série.
Cada peça produzida pelo Coxa Studio é capital simbólico que vira receita. Branded content vira contrapartida de patrocínio. Documentário vira ativo licenciável. Podcast vira mídia própria com cota dedicada. TV Coxa vira plataforma direta com a torcida — e dado que entra no CRM.
O Coxa Studio é a operação audiovisual e estratégica do clube, executada pela IHC. Coritiba banca a estrutura física e os custos operacionais (equipe interna reorganizada, equipamento, espaço — aproveitando o que já existe). A IHC entra com inteligência criativa, gestão da operação, IP do conteúdo produzido e relacionamento com mercado audiovisual.
O modelo segue o precedente da série: receita compartilhada. O que o Studio gera — branded content vendido, cotas em produtos próprios, licenciamentos, assinaturas de plataforma — é dividido entre clube e IHC, mesmo princípio 50/50 já validado na série.
Não é departamento de comunicação. É unidade de negócio audiovisual que existe para gerar receita, valorizar cotas existentes, criar produtos novos vendáveis, e dar ao Coritiba a presença de mídia que o momento institucional exige. O fomento público da série também alcança projetos do Studio — alavanca já mapeada e ativável.
E há um efeito multiplicador silencioso que torna o Studio ainda mais estratégico: cada peça de conteúdo produzida é também um ativo de captura de audiência. Conteúdo gera engajamento, engajamento gera dado, dado robustece o CRM do clube, e o CRM mais maduro converte torcedor em sócio com taxa muito maior do que mídia paga consegue entregar. O Studio não só cria mídia — alimenta o motor de crescimento da base de sócios, hoje em 35K, com potencial real de evolução substancial no ciclo 2027–2030.
Cada patrocinador atual e futuro recebe pacote de produção embutido na cota. Acima do incluído, vira receita extra do Studio.
Mídia própria com identidade editorial. Bastidores, ex-jogadores, ídolos, executivos da SAF. Cota dedicada por episódio e temporada.
Hub digital de conteúdo. Bastidores, treinos, entrevistas, conteúdo de patrocinador integrado. Vitrine de licenciamento e dados para CRM.
Vídeos institucionais, peças de prospecção de cota, venda de camarote, sócio-torcedor. Linguagem cinematográfica em padrão Série A.
Bastidores de matchday com linguagem de cinema. Conteúdo distribuído ao longo da semana, alimentando redes do clube e canais dos patrocinadores.
A série atual abre o caminho. Outros projetos virão — sobre ídolos, temporadas, o clube no centenário. Licenciamento para TV aberta, streamings. Fomento público elegível.
Studio produz volume contínuo de mídia em padrão Série A — bastidores, podcast, branded, TV Coxa.
Conteúdo qualificado gera engajamento real — comentários, compartilhamentos, tempo de permanência, retorno.
Engajamento vira dado. Dado robustece base do clube — perfil, comportamento, histórico, segmentação.
CRM maduro converte torcedor em sócio com taxa muito maior do que mídia paga isolada entrega.
Estúdio interno com 3 sets, sala XR (primeira de clube europeu), suítes de edição. Operação full-service de branded content. Aberto em 2024.
Departamento B2B in-house lançado em 2022. Produz live, bastidores, documentários, social, ativações. Distribui em City+, Recast, social.
Braço de produção próprio + Barça TV+ alimentando CRM. Modelo declarado: rivalizar com agências e plataformas por orçamento de mídia.
Patrocinador grande não compra placa. Compra acesso, network, relevância. Coxa Business é a estrutura que entrega isso de forma curada, paga e contínua.
Empresários da torcida + executivos de patrocinadores + lideranças de Curitiba e do Paraná, reunidos em uma rede de relacionamento curada, paga, com pertencimento à marca de um clube de 116 anos.
Coxa Business é um produto comercial autônomo do clube: empresa associada paga mensalidade ou anuidade para fazer parte de uma rede de relacionamento que tem o Coritiba como veículo. Eventos curados, encontros executivos, jantares fechados, conexões estruturadas, conteúdo exclusivo de líderes empresariais.
O membro paga porque o produto entrega três coisas que o mercado de Curitiba não tem juntas: rede de relacionamento de alto valor, pertencimento simbólico a uma marca afetiva forte, e visibilidade de marca dentro de uma comunidade qualificada.
Para o clube, é receita recorrente direta (mensalidades) e, mais importante, contrapartida de patrocínio. Cota Master e cotas Premium recebem acesso ao Coxa Business como parte do pacote — o que aumenta o valor percebido da cota e justifica precificação maior sem aumentar exposição em uniforme ou estádio.
Mensalidade ou anuidade. Critério de admissão. Categorias (Founder, Executive, Standard). Limite de membros por categoria.
Business breakfasts mensais, jantares fechados a cada bimestre, viagens de relacionamento. Couto Pereira como ativo simbólico — espaços que torcedor comum não acessa.
Member-to-member matching. Patrocinador-a-patrocinador. Empresário a executivo do clube. Tudo estruturado, com curadoria — não acaso.
Podcast com membros e executivos do mercado. Newsletter quinzenal de oportunidades. Entrevistas e conexões registradas — produzidas pelo Coxa Studio.
Cota Master inclui N assentos no Coxa Business. Cotas Premium incluem acesso parcial. Diferencial competitivo na hora de defender precificação de cota.
Em jogo de Série A, membro tem espaço próprio. Hospitality de nível diferente, posicionado como ativo do Business — não camarote padrão.
Lançado em abril de 2026. Programa para empresas locais com três pacotes: visibilidade, networking e parceria preferencial. Modelo replicável e enxuto.
Rede paga global de executivos do futebol. App próprio, encontros mensais online, encontro anual presencial. Mensalidade defensável pelo valor entregue.
Tottenham, Arsenal e Man City operam clubes empresariais paralelos a hospitality. Receita recorrente significativa e contrapartida principal de cotas premium.
Em seis meses, a IHC trouxe uma cota nova ao clube, participou ativamente da renovação de outra e abriu prospects internacionais — tudo enquanto desenvolvia a série. Imagine com mandato, estrutura e foco.
A janela da cota master 2026 fechou — o tempo até o início da temporada não comporta mais um fechamento de magnitude. O foco da Captação passa a ser cota Master 2027 e a estruturação do ciclo 2027–2030, com oito meses de pista pra prospect, fechar e ativar antes do início da próxima temporada.
Entre outubro de 2025 e abril de 2026, a IHC trouxe ao Coritiba uma cota nova — OutdoorMídia (R$ 250K) — e participou ativamente da venda de cota com a Princesa dos Campos (R$ 350K, renovação de patrocinador atual). Em paralelo, abriu prospects ativos em pipeline (Master Cargas, contatos em Dubai, ex-presidentes do clube). Tudo isso como derivada natural do projeto da série, sem contrato de captação e sem comissão acordada.
O que se propõe agora é formalizar essa frente como pilar próprio, com mandato claro de captação de patrocínios para o ciclo 2027–2030. A IHC opera com modelo de success fee na assinatura + percentual sobre o valor durante a vigência do contrato — modelo que alinha incentivos: a IHC só ganha se o clube ganhar, e ganha de forma recorrente enquanto o patrocínio durar.
Foco imediato: fechar cota Master 2027 até dezembro de 2026 e estruturar o ciclo 2027–2030 com diversificação setorial fora do eixo bets/financeiro/saúde — automotivo, construção, telecom, imobiliário, todos sub-representados na Série A.
Cada pilar alimenta o próximo e amplifica o anterior. Isolados, são quatro frentes razoáveis. Conectados, formam a infraestrutura que coloca o Coritiba à frente da maioria dos clubes brasileiros em três ciclos.
Gera narrativa, audiência internacional e catálogo perene. Alimenta Studio com IP e formato.
Produz ativos audiovisuais que viram contrapartidas para Business e ferramenta de venda para Captação.
Cria contrapartida diferenciada que valoriza cotas. Aumenta ticket médio que Captação consegue defender.
Fecha contratos com ticket médio maior. Receita capitaliza Studio e financia próximas temporadas da série.
"Estamos na indústria do entretenimento. Pelo Clubhouse, agora lideramos o caminho no futebol europeu na criação de formatos para os fãs e produção de branded content para parceiros."
Pierre-Olivier Bouche · Media Director · Tottenham Hotspur · 2024A relação IHC × Coritiba não começa em maio de 2026. Existe um corpo de trabalho substancial entregue desde outubro de 2025 — em desenvolvimento de projeto, captação ativa e estruturação institucional.
Primeiras reuniões com a SAF. Concepção da série documental como produto. Desenho narrativo inicial, definição de tom e referências (Last Chance U, All or Nothing, Sunderland 'Til I Die). Aprovação da gestão para avançar.
Pitch deck completo. Bíblia narrativa. Identificação e abordagem de parceiros internacionais. Encripta entra como ponte para Amazon Prime. Austral confirma interesse em coprodução.
Carta de distribuição formal recebida da Encripta, validando o projeto internacionalmente. Plano de retorno consolidado com modelo 50/50 e ecossistema de conteúdo. Contrato de produção desenhado em 100 páginas, com modelo financeiro detalhado.
OutdoorMídia (R$ 250K, cota nova trazida pela IHC) e Princesa dos Campos (R$ 350K, renovação de patrocinador atual com participação ativa da IHC na venda) — totalizando R$ 600K, 17% da meta de captação. Master Cargas em prospecção. Tracker de cotas estruturado, materiais de venda produzidos.
Mudança no comando da SAF. André Campestrini assume como CEO. Reorganização do plano para o novo momento institucional. Concepção dos pilares Coxa Studio, Coxa Business e IHC Captação como frentes paralelas e complementares à série.
Quatro frentes operando como sistema único. Estrutura proposta para os próximos 12 meses. Início imediato após aprovação institucional.
A IHC ganha quando o Coritiba ganha. Não há retainer fixo desconectado de entrega. Há receita compartilhada, success fee e participação em produtos novos que a IHC desenha e opera.
| Frente | Modelo | Aporte do Coritiba | Como IHC ganha |
|---|---|---|---|
| Série DocumentalO projeto-âncora | Coprodução · 50/50 pós break-even | Investimento de produção via cotas captadas + chancela institucional | Fee de produção + 50% de toda receita pós break-even (cinema, plataforma, licenciamento, branded, ecossistema) |
| Coxa StudioEstrutura de mídia | Parceria operacional · receita compartilhada | Estrutura física, equipe, custos operacionais | Divisão da receita gerada (branded content, podcast, TV Coxa, licenciamentos, fomento público) |
| Coxa BusinessRede de relacionamento | Produto novo · receita compartilhada | Marca, espaços (Couto Pereira, CT), acesso institucional | Divisão da receita do programa (mensalidades + eventos + cota dedicada) |
| IHC CaptaçãoPatrocínios e cotas | Success fee + vigência | Mandato de captação + acesso comercial | % na assinatura + % sobre vigência do contrato + renovação fee |
| Princípio comum | A IHC opera sem retainer fixo desconectado de entrega. Coritiba investe estrutura e acesso; IHC investe inteligência, gestão e relacionamento. A receita gerada é dividida. Modelo alinha incentivos e protege o caixa do clube — mesmo princípio já validado na série. | ||
Os percentuais específicos de divisão de receita por frente, e os termos de exclusividade e janela contratual, são detalhados em contrato a partir da aprovação institucional do plano integrado.
Estrutura de fases para os próximos 12 meses, com sobreposição entre frentes. Receita começa a entrar a partir do segundo trimestre da operação.
International House of Cinema. Curitiba, Brasil. Operando entre Brasil, Estados Unidos e parcerias internacionais. Cinema, série, documentário, branded content, IP audiovisual.
A IHC opera como casa criativa integrada. Direção autoral, produção executiva, finalização visual, distribuição internacional e desenvolvimento de IP — tudo dentro do mesmo time.
O posicionamento da IHC é claro: construir a referência da próxima geração de produtoras brasileiras, em narrativa autoral e qualidade técnica internacional.
Para o Coritiba, a IHC traz mais do que capacidade técnica: traz visão sistêmica de produto, IP e ecossistema. Cada projeto é pensado como parte de um sistema maior — não como peça isolada.
Primeiro filme brasileiro mixado em Dolby Atmos 9.1.2. Premiado no WorldFest Houston e no Festival de Moscou. Estreia europeia no Marché du Film, Cannes.
Coração de Neon X (PRONAC 25-1215, R$ 3M de captação) e Te Ensino a Ficar Rico Rápido! (PRONAC 25-1304, R$ 7M de captação) — ambos aprovados.
IHC Virtual Studio (pipeline AI integrado), automação de relações públicas, distribuição cinematográfica via IHC Distribuição, Os Monstros do Cinema (educação audiovisual automatizada).
FSA/BRDE em desenvolvimento (R$ 2M, Modalidade III). Catálogo nacional e internacional em estruturação. Parceria com Encripta para acesso a Amazon Prime Video.
Doze meses para o ano da Série A. A série abriu o caminho. Studio, Business e Captação completam o ecossistema. Tudo sob curadoria IHC, com clube e produtora sócios da receita.